“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do direito” - Rudolf Von Ihering



quinta-feira, 31 de março de 2011

Casa-grande e senzala


Imagem capturada aqui.

Denúncias dão conta de que aumenta o preconceito em estabelecimentos comerciais (veja aqui). Por esses dias, os meios de comunicação noticiaram que um deputado se reportou ao Ministro Joaquim Barbosa externando todo seu preconceito (veja aqui). No entanto a matéria que mais chamou minha atenção foi escrita por Frederico de Almeida, no site última instância, sobre o título “Casa-grande e senzala”. Vale a leitura.  

quarta-feira, 30 de março de 2011

10 perguntas para Luiz Flávio Gomes


Imagem da internet

O Brasil é o sexto país mais violento do mundo. Temos vinte e quatro mortes por cada 100 mil pessoas. Para a Organização das Nações Unidas, 10 mortes por 100 mil é violência epidêmica.
Alagoas tem 71 mortes para cada 100 mil habitantes. Isso decorre da impunidade quase que absoluta, da desorganização social e da não punição dos esquadrões da morte. Lá morador de rua tem sido assassinado. Isso explode o índice.
E a justiça não pune ninguém, é morosa. A máquina do Estado de Alagoas é “Máquina Mortífera.” A polícia mata, ninguém apura, o Ministério Público não apura, o judiciário é lento.
___________________
Essas são só algumas ponderações feitas pelo criminalista Luiz Flávio Gomes, denunciando esquadrões da morte e chacinas que ocorrem em Alagoas. Leia a íntegra do artigo “MÁQUINA MORTÍFERA.” 

terça-feira, 29 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

QUALQUER SEMELHANÇA NÃO SERÁ MERA COINCIDÊNCIA


GALERIA GOOGLE

Em plena semana de provas, não resta dúvidas de que fico assim, muito parecido com a foto acima. Considerando que, na verdade, basta uma simples olhada para a imagem fixada em meu perfil para perceber que, de tanto arrancar os cabelos, não me sobrou mais nada. Considerando que célula excitável que reagindo a estímulos recebidos, os conduz a outras células (através de ramificações). Em outras palavras “queima exacerbada de neurônios”, que centralizam exatamente onde não deveria, fazendo o que não lhe foi permitido.  Isso faz com que exatamente nessa época (e, em outras, também!) eu exija dogmaticamente mais e mais de minha mente – pesando bem, nada de anormal –, que pede, grita e implora para ser usada. Consequentemente, por assim dizer, de maneira acentuada, lá se vai mais queima de neurônios. Ponderando que nesse período de provas lembro-me ainda com muito mais veemência das palavras do filósofo, a saber: “quanto mais penso que sei aí é que percebo que nada sei!”


sábado, 26 de março de 2011

Não perder tempo


Google imagens


O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que tem medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno.

sexta-feira, 25 de março de 2011

MULHERES: Escova progressiva malfeita gera indenização


IMAGEM DA INTERNET

Mulher que perdeu parte do cabelo em decorrência de escova progressiva deve ser indenizada em R$ 2 mil pela cabeleireira que fez o procedimento. A decisão é da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. A segunda instância confirmou parcialmente a sentença de primeiro grau. O julgamento ocorreu no dia 17 de fevereiro, com a presença dos desembargadores Maria José Schmitt Sant’Anna (relatora) Paulo Roberto Lessa Franz e Túlio de Oliveira Martins. Cabe recurso.

Conforme relato da autora da ação, a escova progressiva foi feita pela cabeleireira no dia 18 de fevereiro de 2006. Segundo ela, a profissional deixou o produto agindo por uma hora, enquanto a recomendado é, no máximo, 40 minutos. Além disso, depois do procedimento, o cabelo deveria ser secado mecha por mecha, com escovação. Porém, foi passada chapinha direto.

quarta-feira, 23 de março de 2011

AUDIÊNCIA NA VARA CRIMINAL


Imagem meramente ilustrativa – via Google

Como atividade complementar, esse ano, fui designado a fazer uma série de visitas aos órgãos judiciários objetivando relatá-las, para que a responsável possa avaliar ao final do semestre. No tocante às primeiras visitas (PROCON, JUIZADO ESPECIAL CÍVEL, CARTÓRIOS), tranqüilo. Enfim, chegou a hora de assistir audiências. Escolhi a Vara Criminal.

Verifiquei a Pauta disponível no balcão e constatei tratar-se de réu preso. Preparei-me e lá fui. O primeiro réu causou-me impressão de que se tratava de uma criança. Crime cometido: furto de um “celular”. OBS.: delito cometido durante o período noturno. Fato esse que aumenta-lhe a pena. Dada a palavra ao membro ministerial, veio à tona outras acusações. Ele, o réu, responde a quatro processos. Todos da mesma natureza.

A segunda audiência (réu solto), versava sobre furto cometido em estabelecimento comercial, onde o réu foi abordado por policiais e com ele encontrado o objeto do furto alguns minutos depois de ter cometido o delito. Lesão ao patrimônio do comerciante: R$ 20,00. O réu não possuía antecedentes criminais. Está respondendo ao processo em liberdade.

Na terceira e última audiência, réu e vítima frente a frente. A vítima detalhou como se deu o fato. Em seguida, o policial que efetuou a prisão prestou depoimento e disse ter pego, no momento da prisão, o objeto do furto. Ou seja, uma carteira contento vários cartões e R$ 15,00. O MM Juiz indagou o réu ao passo que esse disse ser inverídicas as declarações prestadas pela vítima, assim como as do policial. O réu é reincidente. O promotor, terminada a instrução processual, pediu a condenação.

terça-feira, 22 de março de 2011

Convidei-a para um almoço


Fazia dias que não a via. Contato, somente por telefone. Devido à correria do dia a dia, falta tempo para fazer muitas coisas. Esperei, ansiosamente, para que o carnaval chegasse. Não que tenha hábito de sair nesses dias. Pelo contrário, não saio, não assisto, não gosto. O motivo principal é que na segunda já havia sido decretado ponto facultativo na autarquia onde trabalho.

Assim, ocasião propícia para convidar Michele para um almoço. Fiz o convite e obtive sucesso. Marcamos o local. A segunda-feira amanheceu chuvosa. Ainda longe do horário que havíamos marcado eu confesso que estava muito ansioso para o encontro.

Rumei, com o coração palpitante, aos minutos mais demorados que já enfrentei. Encontrei-a com uma hora de atraso. Atraso esse causado por mim.

Michele estava lá,
linda como sempre,
me esperando.
Almoçamos, conversamos
e “matei” a saudade que
estava me matando.

Nota de esclarecimento: Michele é minha primogênita e parte de nossa história foi relatada (aqui). 

segunda-feira, 21 de março de 2011

VIDA QUE SEGUE



(*) Texto de José Luiz de Oliveira

A gente passa a vida tentando arrumar a vida. Enfrentamos, não raro, dissabores nessa jornada. Lutamos muito. Lutamos com todas as dificuldades, daquelas  enfrentam os que optam por uma vida decente. Aí, de repente,  vem a natureza e destrói tudo, ou melhor, quase tudo – de ordem material, claro.

Mas a vida tem que seguir. É claro que não é tão simples assim. Eu, com já disse, neste mesmo espaço, a propósito do que aconteceu na região serrana, no Rio de Janeiro, sofro com os que sofrem.  Tenho a  incrível capacidade de me irmanar com os que sofrem,  como faço agora com os nossos irmãos japoneses.

Quantos sonhos destruídos! Quantos bens materiais, adquiridos durante toda uma vida, foram levados pela natureza! É triste!  É estarrecedor olhar, no lugar onde antes havia uma residência, somente escombros.
Como recomeçar? Como construir tudo de novo? Não deve ser fácil. Ou melhor, não é fácil.

Mas tem que ser assim. É vida que segue.
As pessoas, diante de uma situação de catástrofe, têm que buscar forças onde elas estiverem para continuar vivendo.
Se há vida, há esperança.

Pior mesmo foram os que, além dos bens materiais, perderam a vida

sábado, 19 de março de 2011

VALE DA SOMBRA DA MORTE


GOOGLE IMAGENS

Meu coração me pedi, minha consciência implora... Sejam os dias bons, maus, sol, frio ou chuva. E, pasmem!, esse dias, quer sim quer não, faz parte do processo (vida).

Desilusões e dissabores que, convenhamos, está a nos rondar por diversos dias dessa minha –nossa – passageira vida. Empreendo grande esforço para superá-los.

Ainda que eu venha andar pelo vale da sombra da morte, e lá estiver por longo período, minha consciência implora, meu coração pedi, ardentemente, que o perdão seja incorporado em todos os meus dias.  

sexta-feira, 18 de março de 2011

HUMILDADE


Uma pessoa envolvida num processo judicial que podia ser resolvido por um de dois juízes, aproximou-se de um rabino querendo saber qual deles daria o veredicto mais justo: um era conhecido pelo notável saber jurídico e esplêndidas interpretações; o outro pela humildade.

- Parece óbvio que o juiz com enorme conhecimento seja mais justo – sugeriu o homem.

O rabino não concordou:

- Com certeza, um juiz deve ter conhecimento e experiência adequados. Todavia, é mais importante confiar em alguém que julga honestamente todas as provas, alguém que tenha humildade de eliminar o próprio modo de pensar, para julgar, desapaixonadamente, a razão de cada lado.

ARTIGO SURRUPIADO DESSE BLOG.

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quarta-feira, 16 de março de 2011

Acidente de trânsito


Fui brutalmente surpreendido com uma notícia nada agradável nessa quinta-feira (10) do corrente mês. Acabara de chegar para o almoço quando um amigo trouxe-me a péssima notícia. Em uma das mais movimentadas avenidas da cidade, minha esposa e uma das filhas envolveram-se em um acidente de trânsito. Elas, de motocicleta, tiveram a preferencial invadida por um veículo, que avançou a sinalização e, pelo visto, não percebeu a aproximação da moto.
O choque foi tão violento que as pessoas que viram a colisão disseram que a lateral do carro ficou totalmente danificada. Luciane, minha esposa, posteriormente disse-me que não houve tempo para desviar e que se lembra somente que, com a pancada, caiu do lado oposto. Assustada, sentindo dores nas pernas, sequer esperou ou seguiu orientações para que permanecesse deitada até que a UR chegasse.
Assim, saiu em socorro da menina, que se encontrava imóvel alguns metros ao lado. Pouco a pouco Taisa, filha, foi recuperando o sentido porém reclamando de que não estava sentindo a perna direita. A unidade de Resgate chegou e imobilizou a menina e foram ambas conduzidas ao pronto socorro.
Quem viu a moto, instantes depois, não acredita que as ocupantes saíssem quase que ilesas. Graças a Deus. Com a lamentável notícia a aflição tomou conta de mim e já em estado de transe me dirigi ao hospital onde consegui tranqüilizar-me somente quando as vi, quando pude tocá-las, abraçá-las.
Tempos depois, já em casa, conversávamos eu e a Luciane quando ela relatou-me pormenorizadamente o ocorrido. Disse-me que a condutora do veículo não se importou em saber, primeiramente, se havia alguém ferido e se limitava tão somente em dizer que seu carro ficou por demais danificado.
Durante todo tempo que permanecemos no hospital e até vinte e quatro horas depois do fato ocorrido não recebemos nenhuma ligação ou visita da condutora do veículo.
Para quem possui consciência não é e nunca será necessário qualquer tipo de norma jurídica.
Porém, àqueles cuja consciência se distanciou ainda nos primeiros minutos do nascimento, necessário se faz levar ao conhecimento do Estado-Juiz para que aprecie a questão.   
Não me esqueço do primeiro dia de aula, quando uma professora nos disse para que fixássemos um dos princípios básicos do direito, a saber: “O direito não acolhe os que dormem!” 
Nos próximos dias estarei juntando a documentação necessária para interpor a ação cabível.   

terça-feira, 15 de março de 2011

DAS UTOPIAS, de Mário Quintana


Coleção Google imagens


"Se as coisas são inatingíveis. .. ora!
não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos se não fora
a mágica presença das estrelas!"
(DAS UTOPIAS, de Mário Quintana)

Cultura e filosofia da não-violência



segunda-feira, 14 de março de 2011

Lágrimas escondidas atrás de um sorriso

Via google 
Aproveitando o feriado, nessa terça-feira de carnaval, estive lendo um livro muito interessante e que motivou o título dessa postagem. Esse livro me fez percorrer caminhos que até então não havia percorrido. Caminho que, caso não observados alguns traços característicos, não permite o regresso. Li uma frase, determinado dia, cujo autor não conheço que diz mais ou menos assim: “desinformar para manipular.”

Lamentavelmente é e sempre foi a mais pura verdade. Dizem que mais propensos à manipulação são os incultos. Não sei até que ponto. Estudo com pessoas que ostentam vasto conhecimento e, no entanto, são vítimas da massa manipuladora. Se percebem... (?) Penso que não.     

Atribuo parcela significativa do caos que a humanidade está caminhando à mídia. Não me refiro, porém, aos profissionais comprometidos com a ética e que zelam pelo profissionalismo acima de tudo. O caminho que maus profissionais traçam às pessoas desatentas é impressionante.

Caminhos de engano, através de matérias cujo teor das informações prestadas não condiz com a verdade. O que é pior: as vítimas dessas matérias fraudulentas sequer têm direito de resposta. Assim, àqueles que são induzidos aos caminhos tortuosos por esses profissionais descomprometidos, dificilmente conseguem encontrar o caminho da lucidez.

Ficam, assim, mais que notório, as lágrimas escondidas atrás de um sorriso (veja aqui).

sábado, 12 de março de 2011

VOCÊ ACREDITA EM MILAGRES?


“E tirou Faraó o anel da sua mão, e o pôs na mão de José, e o fez vestir de vestes de linho fino, e pôs um colar de ouro no seu pescoço.”
(Gênesis 41.42)

“Porque para Deus nada é impossível.”
(Lucas 1.37)
... Perguntaram, então: “Você acredita em milagres?”.
José do Egito se surpreendeu.
Não esperava por esse tipo de pergunta.
Fitou o entrevistador com firmeza.

Todos, ao redor, esperavam alguma resposta de sua parte.
Inteligentemente articulada.
Teologicamente embasada, quiçá.

Mas, por algum motivo, ele não conseguiu falar.
Travou. As ideias não se encontraram.
Lentamente, cerrou os lábios... e abriu os olhos.

Visualizou seu exterior...
Na mão, um anel de autoridade.
No corpo, uma vestimenta real.
No pescoço, um colar especial.

Percorreu seu interior...
Nos pulmões, oxigênio.
Nas veias, vida.
No coração, Deus.

Ontem, poço; hoje, trono.
Foi demais...

De repente, uma lágrima roubou a cena.
José respirou fundo.
Preferiu, sinceramente, emudecer a falar.
Todos compreenderam, é claro.

Silêncio eloquente. Silêncio sonoro.
A tolice da pergunta foi compensada pela beleza da resposta.
Melhor assim.
Afinal, como ousaria José interromper a sutileza do falar de Deus?!...

(**)Ney Stany Morais Maranhão - capturado aqui.

sexta-feira, 11 de março de 2011

quinta-feira, 10 de março de 2011

CIDADE INDESEJADA

Introspectiva momentânea feita por quem não deveria sequer se submeter a qualquer tipo de introspecção. Caros, fato interessante se deu comigo nesses últimos dias, quando a caminho da faculdade resolvi atentar para uma cidade, que fica próxima a um dos portões de entrada.
Não suportei prosseguir diante da inquietação que por ora tomara conta de mim e parei frente à cidade. Fiquei ali durante alguns minutos e diante do silêncio que imperava no local fui aprofundando cada minuto mais nessa introspecção e uma série de indagações surgiu.
Conheci pessoas que, ao entrarem nessa cidade, deixam para trás, sonhos, desejos, fortuna, títulos acadêmicos e outras coisas mais e de lá não mais saíram e, pasmem!, muitos se apressaram em lá entrar. Entretanto, a discrepância mais relevante se deu quando percebi que estava tentando fugir da ideia de que um dia lá também estarei.  
Após alguns instantes ali parado pensando exatamente em como a vida é bela ainda que estejamos sujeitos a tantas decepções, resolvi seguir meu caminho ruma à faculdade. Sabendo, porém, que a entrada nessa cidade é inevitável.
Mais alguns passos e virei-me, câmera em mãos, nesse momento um pouco mais distante quando tentando ser, por alguns minutos, algo próximo a um fotógrafo tirei a foto acima.  
Chegando à faculdade, resolvi falar sobre esse momento de introspecção para um amigo porém logo fui advertido de que o assunto é extremamente fúnebre.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Com as suas mãos - SARAMAGO

Quem trabalha a forma trabalha o conteúdo, quem trabalha o conteúdo trabalha a forma. Comparo o trabalho ao computador com o trabalho do oleiro. O oleiro agarra num bocado de barro, põe-no no torno, o torno gira e ele começa a trabalhar o barro até chegar à forma que quer. Há qualquer coisa de artesanal com o trabalho no computador.

segunda-feira, 7 de março de 2011

SOLO ROCHOSO


GOOGLE IMAGEM

Preparar o terreno para que possa receber bom número de sementes. O intento é que elas cresçam e se reproduzam cada dias mais. Alguns cuidados terão que ser tomados. O solo rochoso é o menos propício para o plantio. Consequentemente o solo arenoso também se mostra infrutífero.

Mostra-se em condição plenamente favorável o solo fértil. Esse, tomados os devidos cuidados, tem condições de germinar abundantemente. Ocorre, no entanto, entre os cuidados que o semeador deve tomar está o de não dar ouvidos àqueles semeadores que mesmo tendo área ampla, de solo fértil, não conseguem produzir.

E, por não produzir, ocupam seu tempo somente reclamando ao invés de trabalhar seu solo. Assim, encarregam-se de persuadir os semeadores que trabalham arduamente para manter seu solo produtivo. ‘Não’ é difícil presenciar pessoas que iniciaram bem o seu plantio e em razão da não observância com as palavras proferidas por pessoas próximas, que se diziam amigas, hoje estar com sua plantação totalmente destruída.

Hoje, devido ao desleixo em não filtrar o que ouve, aquele amor que um dia germinou no coração de muitos foi brutalmente arrancado. Restou, somente, espaço de sobra para insensibilidade.

Porém, o segredo para que se possa explorar novamente o solo fértil é eliminar de vez o resquício da plantação que originou a ruína. Arar o solo, trocar o fertilizante e pulverizar para que os maus semeadores (de palavras negativas!) não ataquem novamente.


sábado, 5 de março de 2011

AMANHÃ DIFERENTE


A vida passa a ter muito mais sentido,

quando nasce dentro do coração do ser

humano a esperança de um amanhã

diferente para sua vida. 


sexta-feira, 4 de março de 2011

EXEMPLO DA PROFESSORA


O processo de aprendizagem tem seus altos e baixos entretanto podemos, às vezes, contar com pessoas que nos dão todo respaldo. Preocupado por estar aproximando o final do curso e ter a sensação de que o conhecimento está se distanciando, procurei uma professora e expus a situação.

Ela, gentilmente, usou essa dúvida por mim exposta para explicar aos demais colegas o que ocorre nessa fase do curso. Disse ter enfrentado o mesmo problema quando acadêmica. E que o diferencial está no fato de continuar estudando e que as situações nunca vistas na faculdade surge a todo o momento.

Contou que três ou quatro anos após estar advogando e lecionando, colecionadora que sempre foi de terminologias jurídicas desde que era acadêmica, surgiu oportunidade de atuar em um processo, onde a ocasião lhe permitiu ficar frente ao Desembargador.

Disse mais: que para o momento redigiu a melhor petição de toda sua vida objetivando causar boa impressão ao Desembargador. Conversaram por alguns instantes quando, subitamente, ela foi surpreendida quando o Desembargador solicitou a petição para analisar.

Nem bem começou ler já grifou um erro e, chamando-a disse:

- Dra., essa palavra (inobstante) não existe. Ela, acostumada com as terminologias disse:

- Como não, Dr.!

- Venha e veja, disse ele.

Foram ao Aurélio e, para decepção da professora, realmente contatou não haver essa palavra. O Desembargador fez questão de ressalvar que existe, na verdade, “inobservância” e “obstante.”
Quis ela, com esse exemplo, nos mostrar que ainda que saiamos com boa bagagem dos bancos acadêmicos ainda assim teremos que aprender, sempre.    

quinta-feira, 3 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

PLURALISMO DE IDEIAS


A descoberta de novas fontes de conhecimento é algo extremamente precioso. Ainda mais nos dias atuais onde tem prevalecido o conhecimento artificial. Onde os “BBBs” andam por aí e têm assumido papel importantíssimo no processo de embrutecimento.

Contente por ter sido agraciado por mais um dia, como de costume me dirigi ao trabalho e, lá chegando, a felicidade quase me abandonou quando, após cumprimentar a todos, uma colega me perguntou: - Ei, Nilton, quem foi eliminado do BBB na noite passada? Respondi subitamente:- Sinceramente, não sei, Dra (...)!

Confesso que a vontade era dizer outras palavras tais como: me respeita. Ou, ainda, não perco meu tempo. No entanto, como diria Zé Ramalho “com toda educação que aprendi no Sertão”, consegui me conter. Até porque penso que vivemos em época onde as pessoas estão correndo a passos largos para aquilo que costumo chamar de processo de embrutecimento.

Obviamente, convicto de não estar, com essas palavras, discriminando quem quer que seja pelo fato de assistir esse ou aquele programa. Afinal de contas, é assegurado o pluralismo de ideias ainda que essa ideia contrarie a ideia do bom senso.


terça-feira, 1 de março de 2011

Duas línguas


O ratinho estava na toca, e do lado de fora o gato:
- MIAU, MIAU, MIAU
Depois de várias horas e já com muita fome o rato ouviu:
- AU! AU! AU!
Então, ele deduziu: “Se tem cachorro lá fora, o gato foi embora.” Saiu
disparado em busca de comida. Nem bem saiu da toca, o gato CRAU!
Inconformado, já na boca do gato, perguntou:
- Pô gato!!! Que palhaçada é essa, você latindo???
E o gato respondeu:
Hoje, nesse mundo “globalizado” quem não falar pelo menos
2 idiomas MORRE DE FOME!

Colaboração de Fábio Costa