“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do direito” - Rudolf Von Ihering



terça-feira, 11 de maio de 2010

Durante o intervalo da aula de Direito Civil

Noite de terça-feira, a data era 3-5-2010, estávamos no intervalo da aula de direito civil. Como de costume, meus colegas de classe foram à cantina. Eu, aproveitando para tirar algumas dúvidas quanto à matéria, fui até o núcleo de prática jurídica aqui da faculdade falar com a professora. Ao encontrá-la, conversávamos não só sobre a matéria- as dúvidas foram esclarecidas -, mas também sobre concurso público. Fiz algumas indagações sobre diversas matérias e, entre outros pontos, qual a melhor forma de organizar meu horário de estudo. Uma vez que estou direcionando meus estudos para, futuramente, prestar vários concursos que, por questões pessoais, não vem ao caso revelá-las, agora.

Mas, uma coisa é certa: processo penal vou ter que estudar muito. Foi assim que tive o imenso prazer de saber e, ao mesmo tempo, ser presenteado com essa obra cuja foto encontra-se acima.

Detalhe: para minha alegria, de autoria da ilustre professora Glória (a mesma com que iniciei o diálogo durante o intervalo) que já adiantou que uma nova versão está chegando. Até novembro próximo já estará disponível. Em razão dessa conversa, cheguei atrasado à aula. Mas, foi gratificante.

Outro fato me surpreendeu: essa é só uma das obras que a professora Glória Regina Dall Evedove já publicou. Disse-me ela que já conta com mais uma obra publicada, sendo que essa em comento foi publicada em atendimento a pedido dos alunos, pois na ocasião, aqui em nosso Estado, havia previsão para concurso público para ingresso na carreira de Oficial de Justiça.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Leitura do informativo 582 - STF

Aproveitei o final de semana para tentar colocar em dias minhas leituras dos informativos. Mais confesso que não foi possível, ainda. Devido muito trabalho, o tempo que me resta não é suficiente para ler tudo que deveria (estou esforçando-me para alcançar minha meta, uma vez que, até o momento dessa postagem o STF já havia publicado o informativo nº 584).

Como disse acima, aproveitei para ler, entre outros, o informativo nº 582 de onde retirei a seguinte frase, com a qual concordo, dita pelo Ministro Celso de Melo, em voto ao STA – suspensão de tutela antecipada – 175-AgR/CE, que encontra-se nas (Fls. 12) do referido informativo que diz:

“Nada mais nocivo, perigoso e ilegítimo do que elaborar uma Constituição, sem a vontade de fazê-la cumprir integralmente, ou, então, de apenas executá-las com o propósito subalterno de torná-la aplicável somente nos pontos que se mostrarem convenientes aos desígnios dos governantes, em detrimento dos interesses maiores dos cidadãos.” (grifei)


sexta-feira, 7 de maio de 2010

Reflexão para o final de semana

Certo dia, decidi dar-me por vencido. Renunciei ao meu trabalho, às minhas relações e à minha fé. Resolvi desistir até da minha vida.


Dirigi-me ao bosque para ter uma última conversa com Deus.

“Deus”, eu disse: “O Senhor poderia me dar uma boa razão para eu não entregar os pontos?”

Sua resposta me surpreendeu: “Olhe em redor. Você está vendo a samambaia e o bambu?”

“Sim, estou vendo”, respondi.

“Pois bem, quando Eu semeei as samambaias e o bambu, cuidei deles muito bem. Não lhes deixei faltar luz e água. A samambaia cresceu rapidamente. Seu verde brilhante cobria o solo. Porém, da semente do bambu nada saía.

Apesar disso, eu não desisti do bambu. No segundo ano, a samambaia cresceu ainda mais brilhante e viçosa. E, novamente, da semente do bambu, nada apareceu.

Mas, eu não desisti do bambu. No terceiro ano, no quarto, a mesma coisa. Mas, no quinto ano, um pequeno broto saiu da terra. Aparentemente, em comparação com a samambaia, era muito pequeno, até insignificante.

Seis meses depois, o bambu cresceu mais de 50 metros de altura.

Ele ficara cinco anos afundando raízes. Aquelas raízes o tornaram forte e lhe deram o necessário para sobreviver.

A nenhuma de minhas criaturas eu faria um desafio que elas não pudessem superar.”

E, olhando bem no meu íntimo, disse: “Você sabia que durante todo esse tempo em que você vem lutando, na verdade, estava criando raízes?

Eu jamais desistiria do bambu. Nunca desistiria de ti. Não se compare com outros. O bambu foi criado com uma finalidade diferente da samambaia, mas ambos eram necessários para fazer do bosque um lugar bonito.

Seu tempo vai chegar”, disse-me Deus. “Você crescerá muito!”

“Quanto tenho de crescer?” Perguntei.

“Tão alto como o bambu?” Foi a resposta. E eu deduzi: Tão alto quanto puder!


Espero que estas palavras possam lhe ajudar a entender que Deus nunca desistirá de você.
Nunca se arrependa de um dia da sua vida.
Os bons dias lhe dão felicidade.
Os maus lhe dão experiência.
Ambos são essenciais para a vida.
A felicidade lhe faz doce.
Os problemas lhe mantêm forte.
As penas lhe mantêm humano.
As quedas lhe mantêm humilde.
O bom êxito lhe mantém brilhante.
Mas, só Deus lhe mantém caminhando.




quinta-feira, 6 de maio de 2010

Lições do professor Miguel Reale

“Há complexos nacionais que precisamos vencer a qualquer custo: o estalo de Vieira, erroneamente entendido como ciência súbita e gratuita; e o jeitinho, a capacidade inata que teríamos de superar quaisquer dificuldades, o que nos pouparia esforço do preparo metódico e prudente.”

Para quem ainda não teve conhecimento, diz a lenda que o padre Antonio Vieira, considerado a maior figura intelectual luso-brasileira do século XVII, era um estudante de péssima qualidade, até que um dia, após uma profunda oração, sentiu um choque na cabeça (estalo); a partir daí, passou a ter grande inteligência e memória. Então, o “estalo de Vieira” é esse milagre que transforma um ignorante em sábio, de um momento para outro – e muita gente, por aí, anda sonhando com isso, sem fazer esforço para estudar, aprender, dedicar-se ao trabalho e à pesquisa...

Já o jeitinho brasileiro, todos sabem, é aquela “malandragem”, que ajeita todas as coisas à nossa maneira, dispensando qualquer esforço para vencer na vida.


terça-feira, 4 de maio de 2010

Emoção pelo dever cumprido!



Orgulho-me de ver um cidadão de origem humilde, muito criticado pela “elite” brasileira e parte da imprensa sendo obrigados a calarem-se diante do alto índice de popularidade e, o mais importante, o reconhecimento Internacional. Sem entrar no mérito da administração, isso será assunto para outra postagem.

Até a oposição é obrigada ( reconhecer). Lembrando que sempre há lugar para críticas, sendo vedado o anonimato.

Qual a finalidade das penas?

Penas! Para que elas servem?

O Dr. Rogério Sanches, Promotor de Justiça (SP) e professor de penal do curso LFG, responde. Veja, clicando aqui.