“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do direito” - Rudolf Von Ihering



quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sabe aqueles professores que fazem a diferença? Acabei de conhecer um que não faz, mas é a própria diferença!

Chegou o momento esperado. Confesso que fiz vários planos para ele. Refiro-me ao Direito Processual Penal. Na noite passada, tive contato com a matéria, até li muito sobre o assunto mas nada melhor do que as explicações do professor.

Por falar nele, o professor, que fez sua estréia na faculdade nos privilegiando com seus conhecimentos, é uma pessoa em que as poucas horas em que passamos juntos, posso declarar que ele conseguiu atrair minha simpatia e admiração. Se resolvesse falar dos seus títulos, teria que escrever por alguns minutos (...). Mas, como ele bem colocou, os títulos que ele possui de nada adiantará se ele não conseguir transmitir o conteúdo de forma simples porém com poder de fixação enorme.

Entretanto, o que mais me chamou atenção não foram os títulos do referido professor, mas, sim, sua humildade. Nas poucas linhas em que atrevo-me escrever, tenho enfatizado que sou adepto fervoroso desse posicionamento. Demorou mais aprendi que não devo avaliar uma pessoa pelas suas semelhanças ou dessemelhanças para comigo, mas pelas qualidades intrínsecas que elas possuem.

Nesse sentido, humildade, o professor em comento deu uma aula. Na matéria específica, classifico como uma “Aula Magna.”

Professor Silvio Nanim Namom é o nome dele. Se já tinha uma leve inclinação pela matéria, agora, então, vai aumentar consideravelmente.


Agora quem dá bola é o Santo o Santos é o novo campeão

Em razão de uma “carona” cheguei, da faculdade, em tempo hábil para assistir a derrota do Santos que, mesmo assim, não foi suficiente para lhe tirar o título de campeão da Copa do Brasil. Libertadores, eles estão chegando.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Aposentadoria de Eros Grau

Há uma frase bíblica que diz “que todo trabalhador é digno de seu salário” e, acrescento: consequentemente da aposentadoria. Assim, ao ler em O Globo que foi publicado um decreto do Presidente Lula concedendo aposentadoria a Eros Grau do cargo de ministro do STF, fiz uma rápida introspecção e lembrei-me de um fato que, talvez agora com a merecida aposentadoria, o eminente Ministro encontre tempo para explicar.

Ele pode, por exemplo, explicar o sequestro dos HDs, as medias e os pen-drives de Daniel Dantas que o corajoso Juiz Fausto de Sanctis analisava na Satiagraha. O resto da história, os amigos já conhecem. Impunidade para os amigos dos ministros, digo, os crimes de colarinho branco.

Talvez essas provas apreendidas e que, “misteriosamente” sumiram, possam, um dia, aparecerem com a inscrição de Mar Morto. Por ser só o início da merecida aposentadoria, já é um bom começo...

Fora de pauta

Meu retorno às aulas foi marcado por muitas novidades. Além do reencontro com os amigos outro ponto foi marcante nessa primeira aula após férias. Trata-se da inclusão da matéria de “Ética geral e das profissões jurídicas.” Nos foi passado a Ementa e, entre os tópicos que serão trabalhados, um, dentre esses, muito me chamou a atenção: construção da imagem do profissional da área jurídica.

Não compete a mim entoar comentários levianos, mas, esse tema deveria, no mínimo, ser objeto de um minucioso estudo por parte dos especialistas da área e, assim, após concluírem, retornarem para tentar, pelo menos, orientar muitos aqui nessa faculdade. Embora isso seja algo subjetivo, aqui, essa imagem já foi construída logo após a aprovação no vestibular.

Assim, profissionais que cuidam de comportamentos dessa natureza (psicólogos, psiquiatras, psicanalistas etc...), teriam outra forma de mostrarem seus conhecimentos, além de contribuírem na formação de bacharéis em Direito – estou me referindo, para ser preciso, aos futuros e que eu faço parte –, poderiam sugerir uma porcentagem pequena de sensibilidade humana e menos egocentrismo.

Dentro de minha visão particular do Universo entendo que essa imagem (objeto em comento são nós, os acadêmicos!) deve ser construída de maneira singela, progressiva e não excessiva.

Se for para contrariar a forma do parágrafo anterior, para esse eterno aprendiz, que sou adepto à linha da humildade (em todos os sentidos) intelectual, isso está fora de pauta.

Essas são minhas impressões.

 

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Bruno seria um psicopata? Você convive com um psicopata...

Para aclarar o título proposto, indico o excelente artigo escrito pelo professor Luiz Flávio Gomes e que foi publicado originalmente no sítio jus navigandi.

Boa leitura!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Boxe

Nos termos do Art. 133, CF, o advogado é indispensável à administração da justiça. Assim, compete a ele prestar assistência profissional a terceiros em assunto jurídico, defendendo-lhes os interesses, ou como consultor, ou como procurador em juízo. Portanto é indispensável ao profissional da área jurídica o controle emocional. Caso falte – controle –, o profissional da área jurídica (que é o assunto) pode chegar ao extremo do ridículo.

Pode, por exemplo, expor os filhos à situação vexatória. Pode, ainda, chegar ao ponto de descobrir ser vítima de infidelidade conjugal e abandonar, de vez, a possibilidade de poder usar o que os mais cultos chamam de “raciocínio.” Dentro das perfeitas razões, não consigo encontrar justificativa para explicar como uma pessoa, instruída, tem a capacidade de gravar e colocar um vídeo onde ela aparece espancando seu desafeto na internet.

Esclarecendo que talvez há quem diga: você pensa assim porque nunca passou por isso. E nem quero!

A que ponto é capaz de chegar (vozes vindas do além diz que não podemos subestimar o demônio!) o ser humano. Dessa forma, após as agressões, essa “causídica” poderá responder por infração ao Art. 129, CP, e suas qualificadoras se daí advier consequências maiores além de outras penas previstas em lei. Se essa moda pega!

domingo, 1 de agosto de 2010

Vídeo da vida real

Após ver esse vídeo, confesso que fiquei sem reação. Motivo: é que, assim como no vídeo, lembrei-me de minha querida (in memoriam), lutando para me arrancar das ruas da mais rica metrópole e suas várias contradições.