É proibido proibir quando o assunto é amor! A beleza da flor, a pureza do olhar, a dimensão do mar, o firme firmamento e outras coisas que faz com que os homens por vezes fiquem a se interrogar...? Falei para mim mesmo: é um privilégio imensurável poder elevar os olhos aos montes e detectar tão grande maravilha. O que entristece, e muito, é saber que lamentavelmente um número abundante de pessoas não foram ensinadas e/ou proibidas a amar a natureza.
“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do direito” - Rudolf Von Ihering
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
LER 50 LIVROS EM 2011
Se me fosse dada oportunidade de fixar quantas horas por dia seriam necessárias para que desenvolvesse todas as atividades que preciso, fixaria em 30horas pois julgo estar de bom tamanho. Como isso não será possível, tenho, sim, que adaptar-me dentro das 24horas. Início do ano letivo, os trabalhos acadêmicos estão surgindo com força total, ainda assim estou prestes a assumir um desafio que, caso consiga obter êxito, ficarei sobremodo feliz.
Antes de falar do desafio, convém ressaltar que uma das melhores coisas que fiz foi enveredar no universo dos blogs. Em virtude da dificuldade em organizar as ideias, optei por buscar inspiração nos diversos blogs e constatei que a iniciativa deu resultado. Assim, com a eclosão das ideias, passei a buscar novos desafios.
Conheci, recentemente, o excelente blog advogad@onlie, onde tomei conhecimento do desafio que sua autora está sugerindo e resolvi aderir. Qual o desafio: “ler, em 2011, 50 livros.” Isso significa dizer que a cada semana, para vencer o desafio, preciso ler pouco mais de um livro. No Mês de janeiro, desafio vencido.
Obstinado que sou, estou encarando o desafio com muito entusiasmo e o desejo imenso em combater a pasmaceiria. Para isso adotei o seguinte slogan: “desligue a televisão e abra um livro!” Está lançado o desafio.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
RESENHA DO MUNDO DE SOFIA
É muito prazeroso poder dispor de tempo para se dedicar às leituras. Outro dia, em conversa com uma amiga, pude tomar conhecimento de um livro encantador que, por incrível que possa parecer, até então, nunca tinha ouvido falar. Olhem só que fato interessante: essa amiga, também ouviu alguém falar a respeito desse livro e no entanto ainda não havia lido.
Curioso que sou, perguntei quem havia lhe falado sobre o referido livro. Pois dependendo da fonte informante é que iria decidir se realmente valeria a pena ler. Quando ela me disse que foi o professor quem havia comentado, veio a confirmação de que valeria a leitura. Então, na verdade, não comprei o livro e sim consegui com uma pessoa muito próxima.
Logo no início, pensai que seria mais um daqueles livros cuja complexidade acaba por tornar a leitura cansativa e, muitas vezes, quando falta perseverança, o desânimo vem com força total e, sem muito esforço, vence. Com a progressão da leitura, e história tomou conta de mim.
EIS UMA SÍNTESE DO LIVRO:
“O Mundo de Sofia” é um livro envolvente, que trata da história da filosofia, onde o autor, de forma encantadora, dá um voo rasante por esse imenso universo da filosofia. A trama acontece quando uma adolescente (Sofia), prestes a completar 15 anos, encontra em sua caixa de correio uma carta anônima endereçada a ela, a partir daí passa a receber cartões postais de um Major do Líbano para serem entregues à sua filha, uma menina chamada Hilde que também fará aniversário na mesma data que ela, porém da qual ela nada sabe.
Embora nunca tenha ouvido falar nesse estranho Major Sofia percebe que ele sabe tudo sobre ela. O autor parte dessa premissa para desenrolar todo romance que envolve os leitores em um mundo de fantasia onde todos estarão presos nesse fascinante mundo da filosofia ocidental. Pois um professor de filosofia vai explicando à Sofia de maneira muito especial os principais pensamentos filosóficos ocidentais.
Ao final, o mistério fora desvendado, Sofia, o professor e todos os personagens que faziam parte de sua vida não passavam de personagens do livro que o Major escreveu para que sua filha Hilde soubesse tudo sobre filosofia de maneira que nunca mais esquecesse.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Máxima filosófica
“NÃO SOU UM COMPLETO INÚTIL… AO MENOS SIRVO DE MAU EXEMPLO”
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
O MACHISMO MATA
O queixume daquele homem já se tornara, para os que tinham o triste compromisso de conviver com ele diariamente, motivo de muita discussão dentro da estatal em que trabalhavam. Por diversas vezes os colegas o alertaram de que aquela postura estava se tornando inconveniente e que, caso permanecesse, medidas mais sérias teriam que ser tomadas. Não houve, no caso, quem ousasse ajudá-lo ou, sequer, perguntasse qual o problema por ele vivido.
Passaram-se os dias, até mesmo meses. Quando um belo dia ela surgiu em sua frente e sua história começou a tomar outro rumo. Característica muito mais presente no “gênero feminino”, a sensibilidade estava estampado no olhar daquela mulher e ela num gesto digno de plausibilidade, optou por ouvi-lo. Como, infelizmente, vivemos em uma sociedade extremamente “machista” não foram poucos os que tentaram, ao ver sua melhora, ridicularizá-lo.
Ela, diferentemente, dotada de algo que, nos dias atuais, está muito, mais muito difícil de ser encontrada, ou seja, compreensão, não hesitou em ficar ao lado dele. Ela conseguiu, em poucos muitos de conversa, sentir que a dimensão do problema enfrentado por ele era desproporcional diante do que a vida tem para nos oferecer. Conversaram mais algumas vezes até que ela conseguir fazê-lo entender e mudar sua concepção de vida.
Disse-lhe, por exemplo, que não devia ficar preso ou se martirizando com o que os outros falassem ou pensasse a seu respeito. Disse mais: que os “machistas” não conseguem, ainda que tentem, enxergar um milímetro além do próprio nariz. Que dizer, ainda, quando o assunto se refere à sensibilidade. O machismo mata!
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