“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do direito” - Rudolf Von Ihering



segunda-feira, 7 de março de 2011

SOLO ROCHOSO


GOOGLE IMAGEM

Preparar o terreno para que possa receber bom número de sementes. O intento é que elas cresçam e se reproduzam cada dias mais. Alguns cuidados terão que ser tomados. O solo rochoso é o menos propício para o plantio. Consequentemente o solo arenoso também se mostra infrutífero.

Mostra-se em condição plenamente favorável o solo fértil. Esse, tomados os devidos cuidados, tem condições de germinar abundantemente. Ocorre, no entanto, entre os cuidados que o semeador deve tomar está o de não dar ouvidos àqueles semeadores que mesmo tendo área ampla, de solo fértil, não conseguem produzir.

E, por não produzir, ocupam seu tempo somente reclamando ao invés de trabalhar seu solo. Assim, encarregam-se de persuadir os semeadores que trabalham arduamente para manter seu solo produtivo. ‘Não’ é difícil presenciar pessoas que iniciaram bem o seu plantio e em razão da não observância com as palavras proferidas por pessoas próximas, que se diziam amigas, hoje estar com sua plantação totalmente destruída.

Hoje, devido ao desleixo em não filtrar o que ouve, aquele amor que um dia germinou no coração de muitos foi brutalmente arrancado. Restou, somente, espaço de sobra para insensibilidade.

Porém, o segredo para que se possa explorar novamente o solo fértil é eliminar de vez o resquício da plantação que originou a ruína. Arar o solo, trocar o fertilizante e pulverizar para que os maus semeadores (de palavras negativas!) não ataquem novamente.


sábado, 5 de março de 2011

AMANHÃ DIFERENTE


A vida passa a ter muito mais sentido,

quando nasce dentro do coração do ser

humano a esperança de um amanhã

diferente para sua vida. 


sexta-feira, 4 de março de 2011

EXEMPLO DA PROFESSORA


O processo de aprendizagem tem seus altos e baixos entretanto podemos, às vezes, contar com pessoas que nos dão todo respaldo. Preocupado por estar aproximando o final do curso e ter a sensação de que o conhecimento está se distanciando, procurei uma professora e expus a situação.

Ela, gentilmente, usou essa dúvida por mim exposta para explicar aos demais colegas o que ocorre nessa fase do curso. Disse ter enfrentado o mesmo problema quando acadêmica. E que o diferencial está no fato de continuar estudando e que as situações nunca vistas na faculdade surge a todo o momento.

Contou que três ou quatro anos após estar advogando e lecionando, colecionadora que sempre foi de terminologias jurídicas desde que era acadêmica, surgiu oportunidade de atuar em um processo, onde a ocasião lhe permitiu ficar frente ao Desembargador.

Disse mais: que para o momento redigiu a melhor petição de toda sua vida objetivando causar boa impressão ao Desembargador. Conversaram por alguns instantes quando, subitamente, ela foi surpreendida quando o Desembargador solicitou a petição para analisar.

Nem bem começou ler já grifou um erro e, chamando-a disse:

- Dra., essa palavra (inobstante) não existe. Ela, acostumada com as terminologias disse:

- Como não, Dr.!

- Venha e veja, disse ele.

Foram ao Aurélio e, para decepção da professora, realmente contatou não haver essa palavra. O Desembargador fez questão de ressalvar que existe, na verdade, “inobservância” e “obstante.”
Quis ela, com esse exemplo, nos mostrar que ainda que saiamos com boa bagagem dos bancos acadêmicos ainda assim teremos que aprender, sempre.    

quinta-feira, 3 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

PLURALISMO DE IDEIAS


A descoberta de novas fontes de conhecimento é algo extremamente precioso. Ainda mais nos dias atuais onde tem prevalecido o conhecimento artificial. Onde os “BBBs” andam por aí e têm assumido papel importantíssimo no processo de embrutecimento.

Contente por ter sido agraciado por mais um dia, como de costume me dirigi ao trabalho e, lá chegando, a felicidade quase me abandonou quando, após cumprimentar a todos, uma colega me perguntou: - Ei, Nilton, quem foi eliminado do BBB na noite passada? Respondi subitamente:- Sinceramente, não sei, Dra (...)!

Confesso que a vontade era dizer outras palavras tais como: me respeita. Ou, ainda, não perco meu tempo. No entanto, como diria Zé Ramalho “com toda educação que aprendi no Sertão”, consegui me conter. Até porque penso que vivemos em época onde as pessoas estão correndo a passos largos para aquilo que costumo chamar de processo de embrutecimento.

Obviamente, convicto de não estar, com essas palavras, discriminando quem quer que seja pelo fato de assistir esse ou aquele programa. Afinal de contas, é assegurado o pluralismo de ideias ainda que essa ideia contrarie a ideia do bom senso.


terça-feira, 1 de março de 2011

Duas línguas


O ratinho estava na toca, e do lado de fora o gato:
- MIAU, MIAU, MIAU
Depois de várias horas e já com muita fome o rato ouviu:
- AU! AU! AU!
Então, ele deduziu: “Se tem cachorro lá fora, o gato foi embora.” Saiu
disparado em busca de comida. Nem bem saiu da toca, o gato CRAU!
Inconformado, já na boca do gato, perguntou:
- Pô gato!!! Que palhaçada é essa, você latindo???
E o gato respondeu:
Hoje, nesse mundo “globalizado” quem não falar pelo menos
2 idiomas MORRE DE FOME!

Colaboração de Fábio Costa