Obs.: O Estado de São Paulo consegue se
destacar, sempre! Ainda mais quando o assunto é desrespeito aos direitos e
garantias fundamentais dos cidadãos.
“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do direito” - Rudolf Von Ihering
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Discurso só para otários: aprenda técnicas com a juíza
Se for para falar bonito eu também falo. Abro o dicionário e preparo um discurso só para otários. Vou dar um exemplo de discurso para otários: assista ao vídeo abaixo e aprenda com a juíza Márcia Loureiro algumas técnicas. Depois, tire suas conclusões. Entendo que ela envergonha a raça humana com seu discurso elitista.
A juíza elitista deixou o aspecto “jurídico” de lado e preferiu dar voz ao lado político. Uma vez que Decisão do STJ indica que havia outra saída na disputa.
Quem viu algumas imagens da desocupação do bairro Pinheirinho em São José dos Campos sabe do que estou falando. Em seu discurso recheado de hipocrisia, ela sustenta que a polícia agiu dentro dos parâmetros legais, sem excessos. Veja essa imagem.
Entretanto, entendo que você que está lendo esse pequeno texto nesse momento é uma pessoa nutrida de sentimento e sensibilidade. E que, como boa parte da população, ficou indignado(a) com a trágica operação policial, junte-se a nós e assine esse
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Conceito de inteligência
| Google Imagem |
Lindo e profundo é a ideia de entender a, pelo menos, respeitar a ideia dos outros. Controvertido é a definição de inteligente. Entendo que há uma ideia (melhor dizendo: um conceito) errada quando o assunto é “inteligência”. Nesse aspecto, fico com a definição de um ex-professor: “inteligente é aquela pessoa que adapta-se facilmente.” No mundo jurídico , do qual farei parte num futuro/presente, me deparo com juízes, promotores, advogados, defensores, serventuários do judiciário etc... conhecedores. Possuidores de títulos de doutores. Alguns, foram buscar essa qualificação na Europa. Quem me dera um dia poder realizar esse feito (sem deixar que retirem minha sensibilidade!). Porém, não conseguem adaptar-se à família. Ressaltando que é só uma ideia. Respeito posições contrárias. Triste isso.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Para juiz, prefeito pode ser responsabilizado por reintegração no Pinheirinho
A Rádio Brasil Atual entrevistou nesta segunda-feira, 23, o juiz José Henrique Rodrigues Torres, presidente do Conselho Executivo da Associação Juízes para a Democracia. Em entrevista às jornalistas Marilu Cabañas e Lúcia Rodrigues, o juiz afirma que a reintegração de posse executada pela Tropa de Choque da PM de São Paulo neste domingo, 22, na ocupação Pinheirinho era uma tragédia anunciada. Ele comenta a postura da justiça e a truculência da Polícia Militar desferida contra os moradores da área. O juiz Torres fala também sobre o acordo firmado pelo juiz da 18 Vara Civel do Fórum João Mendes, Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, com o síndico e o advogado da massa falida e parlamentares na úlitma quarta-feira, 18, que suspendia a reintegração de posse por 15 dias. Torres afirma que o prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB) pode ser responsabilizado judicialmente.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Lenio Streck - A LINGUAGEM DOS REPÓRTERES DE TV
Volto a um tema que já tratei há algum tempo. Dias destes, vi um programa de esportes na TV. Tratava de um time de futebol do interior. O repórter, como qualquer do seu meio, parece não saber apresentar a notícia sem fazer “metáfora”, alguma “gracinha” ou usar linguagem em duplo sentido. Muito engraçado. Não aguento. Atiro-me ao chão. Farfalho. Eles são pândegos. Galhofeiros (estou sendo sarcástico, é claro). Então o repórter queria dizer que o time X disputaria o campeonato a galope. E o que ele mostrou? O técnico do time em cima... de um cavalo. Ah, ah. E um galope. Uau. Que metáfora... Mas, pergunto: se é metáfora, por que, para mostrá-la, é necessário ser isomórfico, isto é, “colar” palavras e coisas? Explicando melhor: uma metáfora serve para explicar coisas que as pessoas poderiam não entender... Pensem na Bíblia, rica em metáforas. Agora, se para “metaforizar” é preciso “mostrar” a “própria” metáfora, ou seja, “demonstrá-la”, já não se está mais em face de uma metáfora. Imaginem o repórter contando a Bíblia: “então Jesus contou a parábola do filho pródigo...” E a imagem mostra um filho voltando para os braços do pai... Tenho frouxos de riso. Vou estocar imagens de “metáforas”. Tenho certeza de que, no futuro, será artigo raro.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
TJ-SP nega recurso ao Estado e autoriza candidato tatuado a prestar concurso para PM
| Ei, patrulha, foto meramente ilustrativa da galeria Google |
(Alerta: esse post publicado
hoje aqui foi primeiramente divulgado aqui. E, objetivando, dessa forma, mostra
que está sendo construído um novo paradigma, para quebrar a ação Draconiana com
que o Estado impõe suas formalidades bizarras!).
Segue:
O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São
Paulo) negou o recurso proposto pelo Estado de São Paulo que pretendia eliminar
um candidato de concurso público para soldado da Polícia Militar, por ter uma
tatuagem de grande dimensão na região dorsal.
O candidato já havia conseguido
liminar para permanecer no concurso, confirmada pela sentença da 3ª Vara da
Fazenda Pública da capital, mas o Estado, para reverter a decisão recorreu ao
TJ-SP. Alegou que o homem não se
enquadraria nas exigências do edital do concurso, com base nos itens 8.2 e 8.3,
que permitem candidatos com tatuagens pequenas, mas que não poderiam cobrir
regiões do corpo em sua totalidade e nem serem visíveis quando da utilização de
uniforme de treinamento físico, composto por camiseta de meia manga e calção.
De acordo com o voto da relatora do
recurso, Luciana Bresciani, as fotografias que instruíram o processo mostram
que a tatuagem não encobriria mais que um quarto das costas e não seria visível
com a camiseta de treino. O desenho também não atentaria contra a moral e bons
costumes, nem indica vício de personalidade do impetrante.
“As regras do concurso, claras no
edital, e observada a interpretação razoável e coerente com a evolução da
sociedade, e os motivos da exigência, tudo a par do amplo acesso ao concurso,
evidenciam adequada a solução dada em primeira instância e cumprida desde a
liminar, sem oposição de recurso”, afirmou Bresciani.
Número
da apelação: 0028026-97.2010.8.26.0053
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
TELEVIDEOTICE E O ESTUPRO
Em vista do que sem tem falado nos últimos
dias sobre o suposto estupro ocorrido em um desses programas de televideotices,
embora o conhecimento que tenho sobre o assunto é somente mediante imprensa escrita
e rede social (Facebook), confesso ter ficado estarrecido com o celeuma.
Considerando que, enquanto ‘viver’, me recuso
assistir esse tipo de programa (porém nada contra quem o assiste...). Gosto é
gosto. Convenhamos, há muito mal gosto na mentalidade vazia dos manipulados. Fazer
o quê!
Voltando, vi um vídeo explicativo do professor
LFG sobre o suposto estupro. Deixo aqui o vídeo (Cenas do BBB na visão doProfessor LFG) para quem se interessar pelo tema. O professor discorre
sucintamente sobre a questão penal e também contratual.
Muito bom, vale a pena assistir.
Por vezes venho aqui registrar minha inquietação
sobre fatos ocorridos na Faculdade e também no dia a dia. Agora, nesse momento,
compartilho de um desses momentos de indignação.
Não pelo ocorrido no programa televideotice,
mas, sim, com o fato de as pessoas se tornam alvo/presa fácil.
A imagem acima é alto explicativa.
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