“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do direito” - Rudolf Von Ihering
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
E o salário, ó !
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Você conhece o Dia do Facão?
O
dia da pendura, tradicional entre os acadêmicos de direito, em Olinda, é
resolvido na base do facão.
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curiosidades
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Mais uma do estado civil
Numa ocasião em uma
instrução de reclamação trabalhista em São Paulo/SP, o secretário de audiência
iniciou a oitiva de uma testemunha do reclamante. Perguntou seu nome, profissão
e, em seguida, qual o seu estado civil. O reclamante, então, encheu o peito e
disse:
- CORINTHIANS.
Resta saber o que a testemunha entendia por
“estado civil”...
(Em tempo: o
colaborador desde já esclarece que não tem nada contra o clube)
Colaboração do Boletim Jurídico
domingo, 31 de janeiro de 2010
Curiosidades de Nossa Lingua
JURAR DE PÉS JUNTOS:
- Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.
MOTORISTA BARBEIRO:
- Nossa, que cara mais barbeiro!
TIRAR O CAVALO DA CHUVA:
À BEÇA:
DAR COM OS BURROS N'ÁGUA:
- Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.
A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado pra dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado pra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.
- Nossa, que cara mais barbeiro!
No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão "coisa de barbeiro". Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de "motorista barbeiro", ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.
TIRAR O CAVALO DA CHUVA:
- Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!
No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.
À BEÇA:
- O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.
DAR COM OS BURROS N'ÁGUA:
A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.
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