“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do direito” - Rudolf Von Ihering



quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Câmara de Araraquara aprova proibição a rodeios


A Câmara Municipal de Araraquara, no interior de São Paulo, aprovou nesta terça-feira, 6, o projeto de lei que proíbe a realização de rodeios, tourada, vaquejadas e similares na cidade. A matéria é de autoria da Prefeitura, e agora retorna ao Executivo para ser sancionada.

Em agosto, o deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP) apresentou um projeto de lei para proibir a perseguição de animais em provas de rodeios no País, sob pena de multa de até R$ 30 mil.

Em sua justificativa, Tripoli citou o caso do bezerro que foi sacrificado no mesmo mês após ficar paralítico durante uma prova na arena da 56º Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, no interior de São Paulo. A elaboração do projeto de lei contou com a colaboração da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa).

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Dicas de sucesso do prof. LFG


Enquanto alguns apenas (só) pensam, outros pensam e realizam. E somente os que realizam é que conseguem sucesso. Os que só ficam pensando no máximo farão parte dos que só aplaudem.

Sabemos que nem todos temos o mesmo nível de inteligência. Isso hoje está razoavelmente comprovado. Nem todos possuímos os dotes intelectuais de um Einstein, de um Leonardo da Vinci etc.

Mas a inteligência não é o único fator de um empreendimento de sucesso. Há muita gente extraordinariamente inteligente que não consegue empreender absolutamente nada. Ou seja:só inteligência não basta. É preciso mais do que pensar, mais do que ter uma boa ideia: é preciso agir (fazer e fazer bem).

Todos temos capacidade para elaborar boas ideias, típicas dos gênios. O problema é que (muitos de nós) não damos vida para nossas boas ideias. Queremos mas não fazemos nada (ou fazemos muito pouco) para esse querer se transformar em realidade. 

LFG, em seu blog.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Os brutos embrutecem em velocidade assustadora

O jeito policialesco esdrúxulo da polícia de São Paulo, que contamina a guarda civil metropolitana paulista, que, sem muito esforço, faz discípulos na guarda civil carioca. O círculo vicioso não pára. O desrespeito é frequente. Os efeitos desse ciclo lamentável de grosseria e despreparo é sentido na pele pelo cidadão. No vídeo abaixo, mostrando estar em estágio avançado de embrutecimento, agridem e omitem socorro. Por volta dos cinqueta e cinco segundos do vídeo, o cidadão pedi para que filmem a ação dos desequilibrados e, em resposta, recebe um duro golpe na cabeça. O comando, ulteriormente, disse que os guardas foram agredidos primeiro, como sempre. Mesmo discurso. Covardes!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Brink’s deve indenizar por lesão causada em assalto



A empresa alegou que não poderia se responsabilizar por um assalto com o qual não teve nenhuma ligação


Deu no Conjur

A companhia de transporte de valores Brink’s foi condenada a pagar R$ 130 mil por danos morais e materiais e um de seus vigilantes que foi baleado durante um assalto. Ele trabalhava em um carro-forte e foi alvejado na cabeça. A bala ficou alojada sem poder ser retirada. O Tribunal Superior do Trabalho aplicou a teoria do risco, em que a empresa tem responsabilidade objetiva pelo que acontece com os vigias de seus carros.

O carro foi assaltado em outubro de 2005, quando transportava R$ 1 milhão, na rodovia que liga as cidades de Uberaba e Uberlândia, em Minas Gerais. Os assaltantes, armados com fuzis, atiraram contra o veículo e atingiram um dos vigilantes na cabeça. Segundo laudo médico, o tiro acarretou no homem um “quadro clinico neurológico de hemiparesia [paralisia parcial] à esquerda”, o que o impediu de retomar suas atividades profissionais. O homem, então, procurou a Justiça do Trabalho.

domingo, 4 de setembro de 2011

Não aprenda conceito e sim a conceituar


A recente polêmica de que o professor de determinada faculdade de direito de São Paulo haver cogitado dar (ou deu?!)  voz de prisão para a aluna me levou novamente à zona cinzenta que paira sobre os acadêmicos, do qual  faço parte.

Para o profissional do direito é estritamente comprometedor opinar sem antes fazer uma análise profunda dos autos. Como “futuro” profissional, não devo (e não posso!) fugir dessa regra.

Porém, no caso ventilado no Espaço Vital, consta que um dos motivos ensejadores foi o fato de o professor não ditar conceitos e, assim, acabou causando o descontentamento da aluna.
É triste porém real o fato de que, a cada dia, os professores veem perdendo seu espaço (em sala de aula). Digo isso com profundo pesar pois estou vivenciando essa constatação lamentável nesse período de graduação.

A prerrogativa incondicional que tinham em traçar a metodologia da aula deu lugar ao condicionamento que muitos alunos impõe. “Professor, dita um conceito!”

A doutrina, ferramenta poderosíssima e apta a fazer com que os conceitos sejam imputados nos que se predispõe ( ou pelo menos deveriam) a aprender, é coisa de segundo plano.

Como disse-me um magistral professor certa vez: “não aprenda conceito e sim conceituar!”

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Juntos até que a morte nos separe...


Por Nilton Cezar
Os momentos felizes que passamos

não podem ser comparados aos
 momentos vindouros... Considerando o
fato de que, a cada dia, meu amor
por ti aumenta consideravelmente!
Por esse e outros motivos,
posso lhe garantir que é possível
falar em amor eterno e a felicidade
que posso lhe proporcionar!
Vem, vivamos juntos até que
a morte nos separe.


Garça, 02 de setembro de 2011.  

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Prerrogativas => Advogado é preso por se sentar em cadeira


“A OAB é um órgão hoje que não defende efetivamente o Advogado em suas prerrogativas e “o seu ganha pão” efetivamente. Tomada por influências políticas e interesses transversos, perdeu totalmente sua representatividade e autonomia”.

Trecho da entrevista do advogado Rodrigo Salgado Martins comentando sobre o abuso de poder dos policiais, que fazem a segurança do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). Enfatiza que os policias agiram motivados por ordem que partiu de dentro do TJRJ.

Após 40 minutos de revista, a embalagem metalizada do drops que ele trazia num dos bolsos de seu paletó foi identificada como a causa de seu impedimento pelo detector de metais.

Com relação ao órgão de classe (OAB), que, segundo ele, adotou postura tão somente política, diz que trabalha apenas com aparência. (grifou-se)

Confira entrevista completa.