“A justiça sustenta numa das mãos a balança que pesa o direito, e na outra, a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal; a balança sem a espada é a impotência do direito” - Rudolf Von Ihering
sábado, 6 de novembro de 2010
Caso Verídico
"Mágoa" assine sua própria sentença.
Nunca se deve deixar que o “câncer” da mágoa corroa seu coração. Esse câncer pode ser facilmente curado através do perdão. Caso isso não ocorra, lamento dizer que você (eu) estará assinando sua própria sentença.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Preconceito na “rede”: legado do ódio.
Essa juventude anda meio estranha mesmo. Conseguem, de forma esplêndida, vociferar aos “quatro ventos” aquilo que adquiriram de seus pais. Julgam-se pseudo-intelectuais e não se dão conta de que, na verdade, estão, realmente, defecando pela boca. O que é pior: desinformados e incompreensíveis. Tem até acadêmico(s) de Direito, que deveria ter aprendido, no mínimo, respeitar o direito dos outros. Estudam nas melhores escolas, mas, na verdade, o que se percebe é que a escola está atrapalhando os estudos desses “toscos”. O que me leva a concluir que: “universidade dá conhecimento, inteligência é outra coisa.” Vejam esse vídeo e tirem suas próprias conclusões.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
“Amor” e “Paixão” e minha constante inquietação...
Tentei, por diversas vezes, compreender certos sentimentos que percebi nos homens. Digo: o ser humano, com sua dualidade de corpo e de espírito, e as virtudes e fraquezas decorrentes desse estado; mortal.
Após muito sofrer e lamentar por não encontrar, em minhas constantes e conturbadas reflexões, fruto de minha mente inquieta..., explicações convincentes, decidi abandonar esses questionamentos que insiste em me afligir.
Porém, a agitação tomou conta novamente do meu ser e, assim, impus-me, de obstinado que sou, a uma nova série de questionamentos. “Paixão” e “amor” são os que mais espaço exigiram de mim.
A primeira, paixão, não demorei em descobrir que é algo completamente irracional. Pois muitos apaixonados chegam ao extremo e cometem, em nome da paixão, coisas que nem Freud explica. O que levou-me a concluir que a paixão é “cega!”
O segundo, o amor, "o amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece." (I Coríntios 13: 4). Bem, por ora, dei-me por satisfeito e só estou aguardando novas manifestações... de minha mente inquieta.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Ato ou efeito de divergir
Contabilizando as perdas da campanha eleitoral, em razão de ter adotado aqui, twitter e facebook minha posição político-partidária. Antes, porém, cabe ressaltar que ao iniciarmos nossas escolhas, devemos estar cientes com relação às perdas e ganhos.
Outra observação também é de fundamental importância: “respeito” pelas opiniões e visões que, nós, os seres humanos, temos em relação ao mundo. Eu, como eterno aprendiz que sou, não me sinto nem um pouco incomodado ao visitar um blog ou sítio cujo entendimento do (s) autor (es) diverge do meu.
Um exemplo claro do que estou a falar pode ser comprovado aqui. Esse blog por mim apontado é de um advogado, cujo estilo de escrita me encanta.
Atacar o semelhante pelo fato de ele ser ou manter opinião divergente da nossa não me parece atitude de pessoas dotadas de racionalidade. Recuso-me, de qualquer forma, aceitar tal justificativa. Porém devo dizer que, muito embora não aceite, o mínimo que eu posso (devo!) fazer é respeitar os que assim agiram.
Por outro lado, deixei o equilíbrio se ausentar de mim em certas ocasiões e perdi, muito. Consegui, posteriormente, readquirir alguns amigos.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Vale a pena ler até o fim: Círculo do ódio
1 - O diretor de uma empresa gritou com seu gerente porque estava irritadíssimo.
2 - O gerente, chegando em casa, gritou com a esposa, acusando-a de gastar demais.
3 - A esposa, nervosa, gritou com a empregada, que acabou deixando um prato cair no chão.
4 - A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara enquanto limpava os cacos de vidro.
5 - O cachorrinho saiu correndo de casa e mordeu uma senhora que passava pela rua.
6 - Essa senhora foi à farmácia para fazer um curativo e tomar uma vacina. Ela gritou com o farmacêutico porque a vacina doeu ao ser aplicada.
7 - O farmacêutico, ao chegar em casa, gritou com a esposa porque o jantar não estava do seu agrado.
8 - Sua esposa afagou seus cabelos e o beijou, dizendo: Querido! Prometo que amanhã farei seu prato favorito. Você trabalha muito. Está cansado e precisa de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da nossa cama por outros limpinhos e cheirosos para que durma tranquilo. Amanhã você vai se sentir melhor. Retirou-se e deixou-o sozinho com seus pensamentos.
Neste momento rompeu-se o Círculo do Ódio! Esbarrou na tolerância, na doçura, no perdão e no amor. Se você está no Círculo do Ódio, lembre-se de que ele pode ser quebrado, e VOCÊ tem esse poder!
Não mude sua natureza. Se alguém te faz algum mal, apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.
Autor desconhecido.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Semelhanças e dessemelhanças
Desde cedo aprendi que não devo avaliar as pessoas tão somente pelas suas semelhanças e dessemelhanças para comigo. Devo, sim, avaliá-las pelas qualidades extrínsecas e intrínsecas que elas possuem.
Para mim, reconhecer qualidades até mesmo nos desafetos é algo virtuoso. O difícil é quando a pessoa se deixa levar ou se influência pelo que a sociedade seletiva nos apresenta. Pelo critério de avaliação que a sociedade impõe, muitos, infelizmente, não conseguem reconhecer homens (e mulheres) valorosos (as).
Outro dia, visitando um blog, me deparei com um comentário. Esse comentário me fez viajar ao coração da pessoa que o escreveu e sentir o quanto era forte o seu preconceito.
Raríssimas exceções, por trás da intelectualidade se escondem seres preconceituosos. Policio-me muito nesse sentido. Aliás, não deveria. Minha origem não me dá o direito de ser preconceituoso (se é que alguém tem esse direito...). Se tivesse esse direito, mesmo assim não o faria. Pois, esse papel, deixo para os “tolos!”
Sênica, o pensador romano que viveu nos dias de Cristo dizia que “se o homem não sabe para onde se dirige nenhum por lhe será favorável!”
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